A pegada de carbono na indústria alimentícia está entre as maiores do mundo, refletindo os impactos ambientais de toda a cadeia produtiva — do cultivo ao transporte e armazenamento.
Reduzir essas emissões é um dos principais desafios para garantir um futuro mais sustentável. Nesse cenário, a eficiência logística e o uso de tecnologias verdes tornam-se fundamentais.
Nesse sentido, a Emergent Cold LatAm vem mostrando que é possível unir produtividade, segurança alimentar e responsabilidade ambiental, adotando soluções inteligentes para minimizar o consumo de energia, reduzir perdas e otimizar processos na cadeia de frio.

Pegada de carbono na indústria alimentícia: principais impactos
Antes de tudo, vale lembrar que a pegada de carbono significa o total de gases de efeito estufa, como CO₂ e metano, emitidos na atmosfera.
O grande ponto é que os alimentos perecíveis (carnes, frutas, legumes, pescados etc.) percorrem um longo caminho até chegarem ao consumidor, e cada etapa desse trajeto contribui para o aumento das emissões de gases de efeito estufa.
Produção, processamento, transporte e refrigeração exigem altos níveis de energia, muitas vezes provenientes de fontes fósseis.
O resultado é uma pegada de carbono na indústria alimentícia que responde por uma parcela significativa das emissões globais. De acordo com dados da Organização das Nações Unidas (ONU) apresentados em 2023, a produção global de alimentos causa um terço da emissão de gases de efeito estufa.
Além disso, fatores como o desperdício de alimentos e o uso inadequado de insumos agravam o problema.
Qual é a pegada de carbono dos alimentos?
Cada alimento tem uma pegada de carbono diferente, influenciada pelo tipo de produção, transporte e armazenamento. Carnes e laticínios, por exemplo, têm emissões mais elevadas devido à fermentação entérica, ao uso de ração e à refrigeração constante.
Já frutas, legumes e grãos possuem uma pegada menor, principalmente por demandarem menos insumos e energia ao longo da cadeia
O que exatamente causa a pegada de carbono na cadeia de alimentos perecíveis?
A pegada de carbono na indústria alimentícia está associada principalmente ao consumo de energia elétrica e combustível, além da utilização de gases refrigerantes de alto potencial de aquecimento da temperatura global.
É fundamental o esforço para reverter esse cenário. Segundo informações da ONU, os países precisam reduzir 42% das emissões de gases de efeito estufa até 2035. Caso contrário, teremos um aumento de temperatura global catastrófico.
Para isso, o investimento em tecnologias limpas e em uma logística de frio eficiente é essencial para reduzir o impacto ambiental do setor.

Quais são os desafios para a redução da pegada de carbono no setor de alimentos?
Reduzir a pegada de carbono na indústria alimentícia envolve superar obstáculos complexos. Um deles é a dependência de energia elétrica de origem não renovável, que ainda é predominante em boa parte da América Latina.
Outro desafio é o transporte de produtos perecíveis em longas distâncias, o que exige refrigeração constante e contribui para emissões elevadas de CO₂. Ainda, muitos operadores logísticos ainda enfrentam limitações de infraestrutura e falta de padronização de processos sustentáveis.
Nesse contexto, a adoção de soluções de eficiência energética e gestão integrada de dados torna-se indispensável para otimizar recursos e reduzir o impacto ambiental da cadeia de suprimentos.
Práticas sustentáveis para reduzir a pegada de carbono na cadeia de suprimentos
Nós, da Emergent Cold LatAm, temos investido em práticas que reduzem o consumo de energia, a emissão de gases de efeito estufa e o desperdício de alimentos.
Entre as principais ações estão o uso de energia proveniente de fontes renováveis, o aumento da reutilização da água e a adoção de padrões de construção sustentável em seus armazéns, como as certificações EDGE (Excellence in Design for Greater Efficiencies).
Essas iniciativas comprovam que reduzir a pegada de carbono na indústria alimentícia não significa comprometer a eficiência, mas sim aprimorar o desempenho e fortalecer a competitividade das empresas.
Saiba mais sobre nossas práticas sustentáveis:
Implementação de tecnologias verdes
Sistemas de refrigeração com gases de baixo impacto climático, sensores inteligentes para controle de temperatura e automação de processos logísticos são exemplos de soluções que reduzem o consumo de energia e evitam falhas operacionais.
Temos ampliado o uso de energia solar em nossas unidades, com um crescimento expressivo no número de plantas com painéis fotovoltaicos.
Além disso, aderimos ao movimento global The Move to -15°C, que propõe elevar a temperatura padrão de armazenamento de alimentos congelados de -18°C para -15°C; uma mudança capaz de diminuir significativamente o consumo de energia e as emissões associadas.
Otimização do processo de transporte
O transporte é uma das etapas mais críticas para a pegada de carbono na indústria alimentícia, e otimizar essa operação é fundamental.
A logística verde adota práticas como embalagem sustentável para os alimentos, uso de biocombustíveis, veículos elétricos e softwares de roteirização que definem trajetos mais curtos e eficientes.
Utilizamos dados em tempo real para planejar as rotas de distribuição, reduzindo o número de viagens e o consumo de combustível.
Além disso, estratégias como o cross-docking, que diminui o tempo de permanência dos produtos na cadeia, e o carregamento inteligente dos caminhões ajudam a evitar o desperdício e a reduzir custos operacionais.
Essas soluções tornam o transporte mais limpo, ágil e sustentável.
Inovações no armazenamento em temperatura controlada
A refrigeração é indispensável para garantir a segurança alimentar, mas também é uma das maiores responsáveis pelas emissões da cadeia de frio. Por isso, investir em inovações nessa área é essencial para mitigar impactos.
A Emergent Cold LatAm tem avançado na construção de armazéns mais eficientes, com sistemas de iluminação LED, isolamentos térmicos otimizados e gestão inteligente de energia.
Em 2024, 60% da energia que utilizamos veio de fontes renováveis, e suas emissões indiretas (Escopo 2) caíram mais de 9%, mesmo com o aumento da capacidade de armazenamento.
Outro ponto é que o uso de tecnologias de monitoramento remoto garante maior controle operacional e evita perdas de produtos, contribuindo diretamente para a redução da pegada de carbono na indústria alimentícia.
Saiba como nossas soluções proporcionam uma gestão logística eficiente da cadeia de frio
Na Emergent Cold LatAm, a sustentabilidade é um valor que orienta todas as decisões estratégicas. Estamos comprometidos em oferecer soluções logísticas com temperatura controlada que unam eficiência, inovação e responsabilidade ambiental.
Com práticas que incluem o uso de energia limpa, reaproveitamento de água, gestão de resíduos, otimização de rotas e redução do desperdício, contribuímos para uma cadeia de suprimentos mais sustentável em toda a América Latina.
Reduzir a pegada de carbono na indústria alimentícia é um desafio coletivo. Escolher parceiros comprometidos com o meio ambiente é o primeiro passo para transformar esse desafio em vantagem competitiva. Conte conosco!
Leia mais:
- Emergent Cold LatAm segue liderando investimentos em infraestrutura na cadeia de frio
- Emergent Cold é a primeira do mundo a receber a certificação EDGE Zero Carbon


Nossa experiência em proteger seu produto ao longo da cadeia de suprimentos nos torna uma escolha diferenciada na América Latina.




