Sustentabilidade

Pegada de carbono na indústria alimentícia: como reduzir impactos com práticas e tecnologias sustentáveis

Emergentcold
novembro 28, 2025

Compartilhar

A pegada de carbono na indústria alimentícia está entre as maiores do mundo, refletindo os impactos ambientais de toda a cadeia produtiva — do cultivo ao transporte e armazenamento. 

Reduzir essas emissões é um dos principais desafios para garantir um futuro mais sustentável. Nesse cenário, a eficiência logística e o uso de tecnologias verdes tornam-se fundamentais. 

Nesse sentido, a Emergent Cold LatAm vem mostrando que é possível unir produtividade, segurança alimentar e responsabilidade ambiental, adotando soluções inteligentes para minimizar o consumo de energia, reduzir perdas e otimizar processos na cadeia de frio.

pegada de carbono na indústria alimentícia

Pegada de carbono na indústria alimentícia: principais impactos

Antes de tudo, vale lembrar que a pegada de carbono significa o total de gases de efeito estufa, como CO₂ e metano, emitidos na atmosfera. 

O grande ponto é que os alimentos perecíveis (carnes, frutas, legumes, pescados etc.) percorrem um longo caminho até chegarem ao consumidor, e cada etapa desse trajeto contribui para o aumento das emissões de gases de efeito estufa. 

Produção, processamento, transporte e refrigeração exigem altos níveis de energia, muitas vezes provenientes de fontes fósseis. 

O resultado é uma pegada de carbono na indústria alimentícia que responde por uma parcela significativa das emissões globais. De acordo com dados da Organização das Nações Unidas (ONU) apresentados em 2023, a produção global de alimentos causa um terço da emissão de gases de efeito estufa. 

Além disso, fatores como o desperdício de alimentos e o uso inadequado de insumos agravam o problema. 

Qual é a pegada de carbono dos alimentos?

Cada alimento tem uma pegada de carbono diferente, influenciada pelo tipo de produção, transporte e armazenamento. Carnes e laticínios, por exemplo, têm emissões mais elevadas devido à fermentação entérica, ao uso de ração e à refrigeração constante. 

Já frutas, legumes e grãos possuem uma pegada menor, principalmente por demandarem menos insumos e energia ao longo da cadeia

O que exatamente causa a pegada de carbono na cadeia de alimentos perecíveis? 

A pegada de carbono na indústria alimentícia está associada principalmente ao consumo de energia elétrica e combustível, além da utilização de gases refrigerantes de alto potencial de aquecimento da temperatura global.

É fundamental o esforço para reverter esse cenário. Segundo informações da ONU, os países precisam reduzir 42% das emissões de gases de efeito estufa até 2035. Caso contrário, teremos um aumento de temperatura global catastrófico. 

Para isso, o investimento em tecnologias limpas e em uma logística de frio eficiente é essencial para reduzir o impacto ambiental do setor.

pegada de carbono na indústria alimentícia

Quais são os desafios para a redução da pegada de carbono no setor de alimentos?

Reduzir a pegada de carbono na indústria alimentícia envolve superar obstáculos complexos. Um deles é a dependência de energia elétrica de origem não renovável, que ainda é predominante em boa parte da América Latina. 

Outro desafio é o transporte de produtos perecíveis em longas distâncias, o que exige refrigeração constante e contribui para emissões elevadas de CO₂. Ainda, muitos operadores logísticos ainda enfrentam limitações de infraestrutura e falta de padronização de processos sustentáveis. 

Nesse contexto, a adoção de soluções de eficiência energética e gestão integrada de dados torna-se indispensável para otimizar recursos e reduzir o impacto ambiental da cadeia de suprimentos.

Práticas sustentáveis para reduzir a pegada de carbono na cadeia de suprimentos

Nós, da Emergent Cold LatAm, temos investido em práticas que reduzem o consumo de energia, a emissão de gases de efeito estufa e o desperdício de alimentos. 

Entre as principais ações estão o uso de energia proveniente de fontes renováveis, o aumento da reutilização da água e a adoção de padrões de construção sustentável em seus armazéns, como as certificações EDGE (Excellence in Design for Greater Efficiencies)

Essas iniciativas comprovam que reduzir a pegada de carbono na indústria alimentícia não significa comprometer a eficiência, mas sim aprimorar o desempenho e fortalecer a competitividade das empresas.

Saiba mais sobre nossas práticas sustentáveis:

Implementação de tecnologias verdes

Sistemas de refrigeração com gases de baixo impacto climático, sensores inteligentes para controle de temperatura e automação de processos logísticos são exemplos de soluções que reduzem o consumo de energia e evitam falhas operacionais. 

Temos ampliado o uso de energia solar em nossas unidades, com um crescimento expressivo no número de plantas com painéis fotovoltaicos. 

Além disso, aderimos ao movimento global The Move to -15°C, que propõe elevar a temperatura padrão de armazenamento de alimentos congelados de -18°C para -15°C; uma mudança capaz de diminuir significativamente o consumo de energia e as emissões associadas.

Otimização do processo de transporte

O transporte é uma das etapas mais críticas para a pegada de carbono na indústria alimentícia, e otimizar essa operação é fundamental. 

A logística verde adota práticas como embalagem sustentável para os alimentos, uso de biocombustíveis, veículos elétricos e softwares de roteirização que definem trajetos mais curtos e eficientes. 

Utilizamos dados em tempo real para planejar as rotas de distribuição, reduzindo o número de viagens e o consumo de combustível. 

Além disso, estratégias como o cross-docking, que diminui o tempo de permanência dos produtos na cadeia, e o carregamento inteligente dos caminhões ajudam a evitar o desperdício e a reduzir custos operacionais. 

Essas soluções tornam o transporte mais limpo, ágil e sustentável.

Inovações no armazenamento em temperatura controlada

A refrigeração é indispensável para garantir a segurança alimentar, mas também é uma das maiores responsáveis pelas emissões da cadeia de frio. Por isso, investir em inovações nessa área é essencial para mitigar impactos. 

A Emergent Cold LatAm tem avançado na construção de armazéns mais eficientes, com sistemas de iluminação LED, isolamentos térmicos otimizados e gestão inteligente de energia. 

Em 2024, 60% da energia que utilizamos veio de fontes renováveis, e suas emissões indiretas (Escopo 2) caíram mais de 9%, mesmo com o aumento da capacidade de armazenamento

Outro ponto é que o uso de tecnologias de monitoramento remoto garante maior controle operacional e evita perdas de produtos, contribuindo diretamente para a redução da pegada de carbono na indústria alimentícia. 

Saiba como nossas soluções proporcionam uma gestão logística eficiente da cadeia de frio

Na Emergent Cold LatAm, a sustentabilidade é um valor que orienta todas as decisões estratégicas. Estamos comprometidos em oferecer soluções logísticas com temperatura controlada que unam eficiência, inovação e responsabilidade ambiental. 

Com práticas que incluem o uso de energia limpa, reaproveitamento de água, gestão de resíduos, otimização de rotas e redução do desperdício, contribuímos para uma cadeia de suprimentos mais sustentável em toda a América Latina. 

Reduzir a pegada de carbono na indústria alimentícia é um desafio coletivo. Escolher parceiros comprometidos com o meio ambiente é o primeiro passo para transformar esse desafio em vantagem competitiva. Conte conosco!

Leia mais: 

pegada de carbono na indústria alimentícia
pegada de carbono na indústria alimentícia

Nossa experiência em proteger seu produto ao longo da cadeia de suprimentos nos torna uma escolha diferenciada na América Latina.

Lea también:

Compartilhar

Filtros

Tema
Tema
Tipo de publicación
Tipo de publicación
Regiones
Región
Idioma
Idioma

Filtros

Tema
Tema
Tipo de publicação
Tipo de publicación
Regiões
Región
Idioma
Idioma

Filters

Theme
Tema
Type of publication
Tipo de publicación
Regions
Región
Language
Idioma